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segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Teremin



Com o final da Primeira Guerra Mundial os primeiros avanços foram no sentido de tornar os equipamentos mais económicos e compactos. Uma dessas invenções foi o teremim, desprovido de teclado, munido de dois detectores de movimento que controlavam o volume e a altura do som a partir do movimento livre das mãos do executante. Um outro exemplo de instrumento é o Ondas Martenot, inventado em 1928 por Maurice Martenot[4] e usado em obras como "Turangalîla" e "Trois Petites Liturgies" de Olivier Messiaen. Mais tarde surgiram instrumentos polifónicos como o Givelet e o órgão Hammond, cujos potenciais foram imediatamente reconhecidos e explorados. O Givelet tinha a capacidade de ser programado, o que foi mais tarde largamente ultrapassado pelos sintetizadores e pelos computadores que viriam a surgir cerca de 25 anos mais tarde. Produzido por Laurens Hammond a partir da fundação de sua empresa em 1929, o órgão Hammond era baseado nos princípios do telarmónio junto com outras tecnologias como as primeiras unidades de reverberação.[5]

O movimento futurista, iniciado na Itália pelo poeta Filippo Marinetti, rapidamente se expandiu pela Europa, na defesa da liberdade da expressão artística, que se revelou na música pela utilização de técnicas de produção sonora não convencionais até então, dando-se valor ao que é considerado "barulho". Luigi Russolo propôs, na década de 1910, em The Art of Noises[6], a composição musical a partir de fontes sonoras do meio ambiente, na busca da variedade infinita dos ruídos. O efeito prático desta proposta foi a construção de instrumentos produtores de ruído como o Intonarumori. O primeiro concerto da série The Art of Noises ocorreu em 21 de abril de 1914, e em junho concertos similares ocorreram em Paris.

O compositor francês Edgard Varèse, foi pioneiro na exploração de novos conceitos de expressão musical. A sua técnica de instrumentação revelava um ruptura com a escola vigente no Conservatório de Paris, quebra essa absolutamente necessária para a aceitação de fontes electrónicas na composição musical. O conceito de análise e de "regenese" dos sons foi explorado por Varèse na sua obra instrumental, obrigando-o a utilizar os instrumentos como componentes de massas sonoras de diferentes timbres, densidades e volumes. As aspirações de Varèse no campo da música electrónica foram bloqueadas por razões financeiras e pelo deficiente apoio que recebeu. As obras teóricas de Thérémin, inventor do instrumento com o mesmo nome, debruçavam-se sobre os princípios analíticos na música, de forma sistemática e científica, antecipando a metodologia da composição de música electrónica.

Na França, um dos instrumentos eletrônicos mais famosos são as ondas Martenot, inventadas em 1928 por Maurice Martenot, e desenvolvidas para reproduzir os sons microtonais encontrados na música hindu. Após demonstração por Maurice em Paris, compositores começaram a utilizar o instrumento. Já o trautônio também foi inventado em 1928, e em 1940 Richard Strauss o utilizou.

Essa nova classe de instrumentos microtonais por natureza foi adotada lentamente pelos compositores, mas, a partir do início da década de 1930, houve um aumento substancial de novos trabalhos incorporando esses e outros instrumentos eletrônicos.

Laurens Hammond


Laurens Hammond nasceu em Evanston, Illinois e mostrou seu interesse e talento para a área técnica desde cedo. Com a morte de seu pai, ele e sua mãe se mudaram para a França, onde ele começou suas primeiras invenções. Quando sua família retornou à Evanston, Laurens então com quatorze anos já era fluente em francês e alemão. Nessa época, ele já havia desenvolvido um sistema para transmissão automática de automóveis. Após sugestão de sua mãe, enviou a idéia para os engenheiros da Renault, sendo rejeitado.

Laurens estudou engenharia mecânica na Universidade Cornell, graduando-se com honras em 1916. Após ter servido na Primeira Guerra Mundial, ele mudou-se para Detroit e ocupou o cargo de chefe de engenharia da Gray Motor Company, uma fabricante de motores para barcos. Hammond não era músico, mas em 1933 passou a dar atenção ao desenvolvimento do órgão eletro-mecânico. Ele comprou um piano usado a fim de utilizar o teclado do instrumento como um controlador de diversos métodos de geração de som.

Dr. Robert Moog



Robert Moog (1934-2005), inventor, músico e engenheiro norte-americano que, junto com o compositor Herbert Deutsch, inventou o moderno sintetizador (o Moog, apresentado em um congresso em 1964).

O primeiro Moog era monofônico (o que impossibilitava a criação de acordes) e precisava ser afinado constantemente, pois era analógico. Criou a empresa Moog Music Inc., na qual foram produzidos os sintetizadores utilizados por artistas como Wendy Carlos (na trilha sonora de Laranja Mecânica) e pelo grupo de rock progressivo Emerson, Lake & Palmer, pelo tecladista Keith Emerson. Lançou posteriormente o Minimoog, o mais vendido da empresa em todos os tempos. Inventou o Moog Taurus, um sintetizador para ser tocado com os pés, para ser utilizado como um contrabaixo, o Vocoder (ligado a um microfone, permitia alteração na voz), o Polymoog, de 1976, polifônico e que vinha com sons gravados de fábrica, e o Moog Liberation, teclado que permitia ser colocado no usuário como uma guitarra, além do Memorymoog, que permitia a gravação de sons pelo tecladista.

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Vangelis



Evángelos Odysséas Papathanassíu, em grego Ευάγγελος Οδυσσέας Παπαθανασίου, e mais conhecido como Vangelis (Βαγγέλης) (Vólos, 29 de Março de 1943) é um músico grego de renome internacional nos estilos neo classico, progressivo, música eletrônica e ambiente. Suas composições mais conhecidas são o tema vencedor do Oscar de 1981, com o filme Carruagens de Fogo, a trilha sonora do clássico Blade Runner, e mais recentemente, do filme biográfico de Cristóvão Colombo, “1492 - A Conquista do Paraíso”, com a música instrumental “Conquest of Paradise”. Entre suas composições, há o tema da Copa do Mundo de 2002.

Nascido em Vólos, Vangelis começou a compor desde os quatro anos de idade, tornando-se um grande autodidata da música. O músico recusou as tradicionais aulas de piano, e durante sua carreira não tinha muito conhecimento para ler ou escrever partituras. Estudou música clássica, pintura e direção na Academia de Artes em Atenas.

No início dos anos 60 formou um grupo pop, o Forminx (ou "Formynx"), que se tornou muito popular na Grécia. Na época do Motim dos Estudantes em 1968 mudou-se para Paris e fundou a banda de rock progressivo Aphrodite's Child com os integrantes Demis Roussos, vocalista, e Loukas Sideras. São conhecidas na Europa, como também no Brasil, como canções de sucesso: "Rain and Tears", "It’s Five O’Clock" etc. O grupo se desfez em 1972, ainda que Roussos tenha feito diversas participações nos trabalhos de Vangelis.

Vangelis iniciou sua carreira solo escrevendo temas para dois filmes do cineasta francês Frederic Rossif em 1973. Seu primeiro álbum solo oficial saiu em 1974, o Earth. Na mesma época, participou de ensaios com outra banda de rock progressivo, Yes. Embora nunca tenha feito parte da banda, tornou-se amigo do cantor Jon Anderson, com quem veio a trabalhar em algumas ocasiões.

Quando se mudou para Londres, Vangelis firmou contrato com a RCA Records, montou seu próprio estúdio, o (Nemo Studios), começando a gravar um série de álbuns respeitados de música eletrônica. Faixas do aclamado álbum Heaven and Hell de 1975 foram mais tarde utilizadas como tema da série Cosmos.

Nos anos 80 e 90 produziu diversos álbuns em parceria com Jon Anderson Jon & Vangelis. Em 1982 Vangelis venceu na categoria do Oscar de Melhor Trilha Sonora Original por Chariots of Fire. O tema ficou no topo da lista da Billboard americana por uma semana.

Em 1983, Vangelis lançou "Antartica", uma banda sonora bastante conhecida em Portugal pelo seu uso como fundo nas previsões meteorológicas do Canal 1 na primeira metade dos anos 90

No ano em que começou seu trabalho com o diretor Ridley Scott, Vangelis produziu o tema dos filmes Blade Runner e 1492 - A Conquista do Paraíso. Alguns dos documentários submarinos de Jacques Cousteau também levam a assinatura de Vangelis. Em 1992, a França o condecorou como Chevalier Order of Arts and Letters.

Em 2001 lança Mythodea (mais orquestral que eletrônico) que foi escrita em 1993 e depois foi usada com tema pela NASA nas missões a Marte. Em 2004 lançou um CD com a Trilha Sonora do filme Alexandre (Alexander) de Oliver Stone.

Jean Michel Jarre



Considerado por muitos o pioneiro na música electrónica, bem como um “quebra-recordes” de espectáculos ao ar livre nos quais inclui efeitos laser, de pirotecnia, conjugando imagens projectadas com a arquitectura existente no local do espectáculo, juntando a isso os efeitos surround dos seus temas. O seu primeiro single "oficial" foi La Cage/Erosmachine de 1970, as músicas são bastante experimentais. Muitos afirmam que Jarre gravou as escondidas nos estúdios da GRM durante a noite, e utilizou tudo que esteve em suas mãos para criar efeitos, como por exemplo uma maquina de escrever.

Jarre vendeu estimadamente 80 milhões de álbuns e singles ao longo da sua carreira (desde 1971) e bateu 4 recordes no Guinness World Records Book. O seu nome artístico era Jean-Michel Jarre, mas em 1991, Jarre decidiu tirar o hífen, ficando assim: Jean Michel Jarre.

Em 1986 ele trabalhou num concerto com a NASA: o astronauta Ronald McNair iria tocar o solo de saxofone da música Rendez-Vous VI enquanto estivesse em órbita no Ônibus espacial Challenger, enquanto os seus batimentos cardíacos seriam usados como amostras de som na mesma música. Esta seria a primeira música gravada do espaço, a ser incluída no álbum Rendez-Vous. Após o desastre com a espaçonave Challenger em 28 de Janeiro de 1986, a música foi gravada com outro saxofonista, recebeu o nome de Last Rendez-Vous - Ron's Piece e tanto a música, como o álbum foram dedicados aos astronautas mortos no acidente com a Challenger. Ele é um Embaixador da Boa Vontade da UNESCO, dedicado à causa da cultura, informação e liberdade.

Em 1976 é lançado pela Disques Dreyfus o seu primeiro LP totalmente instrumental e sintetizado, Oxygene, que teve um sucesso estrondoso na França e só um ano mais tarde é lançado no resto do mundo pela Polydor, obtendo igual importância em outros países como por exemplo, o Reino Unido, Portugal, Espanha, Estados Unidos, Brasil, etc.

Devido à grande importância de "Oxygene", Jean Michel Jarre recebe ainda em 1976 vários galardões, como o 'Grand Prix Du Disques' da Charles Cross Academy. Em 1977 a revista americana "People", coloca Jean Michel Jarre como uma das personalidades do ano, feito notável para um artista francês que tinha acabado de lançar o seu primeiro álbum. Deste LP, para além da sua interessante capa, (o planeta Terra desfazendo-se, com um crânio por dentro), destacam-se os famosos singles Oxygene II e Oxygene IV, sendo o primeiro adaptado em vários anúncios comerciais, e o segundo alvo de variadíssimas covers e do seu primeiro video-clip, em que numa das versões mostra inúmeros pinguins andando no gelo.

Em 1983, um grupo de pintores e escultores franceses iriam realizar uma exposição sobre supermercados. Assim tiveram a idéia de chamar um músico de grande prestígio para compor a base musical da exposição, então contactaram Jean Michel Jarre.

Jarre se interessou pela idéia e compôs 30 minutos de música para exposição, foram 3 meses de trabalho. Durante esse período, ele comparou seu futuro álbum como uma pintura ou escultura. Assim decidiu que seria produzido apenas uma cópia e depois posto a venda; Depois da dita exposição ocorida no Hotel Drout em 6 de Julho de 1983, o álbum foi a leilão sendo vendido por 69.000 FF, tornando-se o álbum mais caro vendido na França. O dinheiro arrecadado foi doado as artistas responsáveis pela exposição, e no mesmo dia o álbum foi tocado integralmente pela única vez na Radio Luxemburgo e o próprio Jarre autorizou que os ouvintes gravassem em fitas as músicas do álbum.

Embora o álbum seja único, algumas partes de seu conteúdo foram aproveitadas em futuros trabalhos de Jarre como Rendez-Vous e Zoolook.

Jean Michel Jarre permaneceu por mais de 25 anos na gravadora francesa Disques Dreyfus, foi lá onde inciou sua carreira com o apoio de Francis Dreyfus, o dono da gravadora. Equanto esteve nela, lançou os álbuns mais bem sucedidos de sua carreira como Oxygene (1976), Equinoxe (1978) dentre outros. Na gravadora, Jarre também atuou como produtor e ajudou vários artistas e grupos musicais a conquistarem espaço na mídia francesa como foi o caso de Gérard Lenorman, Triangle, Christophe (com quem trabalhou também como produtor e letrista de seu single "Les Mots Bleus") além de produzir dois álbuns de Patrick Juvet.


Jarre em um concerto da Oxygene Tour em Milão.Mas com o passar do tempo, a Dreyfus não concordou com as experimentações que Jarre queria fazer, como os álbuns Sessions 2000 (2002) e Geometry of Love (2003), o que o levou a abondonar a gravadora. Com o rompimento do contrato, não foi permitido que Jarre recuperasse sua discografia oficial anterior ao ano 2000. Assim a Disques Dreyfus pode fazer o que bem entender com o catalógo antigo do maestro. Atualmente, depois de uma passagem pela Warner Music, Jarre está agora na EMI onde lançou um álbum em comemoração aos 30 anos do álbum Oxygene de 1976.

Após ter realizado durante o ano de 2008 uma turnê por vários países para celebrar o aniversário de seu primeiro sucesso, Oxygene de 1976, Jean Michel Jarre está preparando uma nova turnê que busca resgatar seus maiores sucessos em versões totalmente reformuladas. A grande surpresa é que assim como na turnê Oxygene, Jarre utilizará instrumentos analógicos e não fará uso de playback e computadores como era de costume em seus shows no passado. Será a primeira turnê em que não existe um álbum como carro-chefe, mas anunciou que novos materiais estariam sendo testados para utilizá-los em futuro álbum a ser lançado no fim de 2009 ou começo de 2010.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Banda Rubber Soul - Feriadão - Por: Kildare Rios


Postado por Kildare às 21:14 Terça-feira, 8 de Setembro de 2009
Fotos:Jamille Marques Este foi um final de semana especial para a Rubber Soul. Na sexta-feira, apesar da véspera de feriado prolongado, todos os amigos foram para o BNB Clube, além dos habituais fãs dos Beatles que não perdem uma apresentação da Rubber na Happy Three Hours. Na ocasião comemoramos antecipadamente o aniversário do Nelson Augusto, nosso grande amigo e tutor.Depois, no sábado, a volta da banda para o restaurante e bar Kookabara (foto), no Icaraí, Caucaia. Este show foi muito especial, pois, mesmo sendo noite de jogo da Seleção Brasileira contra a Argentina, a casa estava quase lotada. Outro fato que tornou a noite ainda mais especial foi o aniversário do Eduardo, nosso guitarrista (foto, à esquerda), além da participação do músico e beatlemaníaco Roberto Holanda (foto, ao centro), multiinstrumentista, que já tocou com a Rubber em Guaramiranga e agora voltou a nos prestigiar com sua voz e seus acordes, de guitarra e de piano. Ficou a promessa para uma participação com a banda completa, tocando o seu instrumento de origem: o saxofone. Talvez em “Lady Madonna” ou “Got My Mind Set On You”, ou em ambas. Para fechar a semana, o domingo no Hits Brasil teve um charme diferente, pois a Rubber Soul tocou para um público misto de pessoas que foram ao bar para ouvir o cover dos Beatles e outras que foram ouvir o rock-samba da banda Diorama, super competente e carismática, que toca lá nos outros domingos de cada mês.
Ao meu ver, ambos os públicos gostaram das duas bandas.
Obrigado a todos...

Endereço do Blog da Banda Rubber Soul
http://bandarubbersoul.blogspot.com/

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Rubber Soul no BNB - Por: Kildare Rios



Sem saudades daqueles meses nefastos nos quais o Thiago estava nos Estados Unidos, a Rubber Soul, nesta sexta-feira, volta à sua versão trio, por que o nosso multi-instrumentista vai estar viajando para paragens menos distantes. Não por querer assim, mas sim por que todos os membros honorários da Rubber estão impossibilitados de substituir o noivo da Aline. O David Montenegro está em São Paulo e só deve estar de volta à terrinha em novembro. E o nosso novo membro honorário, Roberto Holanda, mal recebeu a comenda, já sente-se impossibilitado de atender à função por que tem ensaio importante com a banda Mezzo, que irá tocar neste sábado no Rota 66 (Travessa Manoel Maia, 120, esquina com Soriano Albuquerque - Joaquim Távora)
Quem curte o som da Rubber poderá sentir-se frustrado, mas também pode ter a chance de curtir um som diferente nesta sexta-feira, dia 31 de julho, no BNB Clube.
Em tempo- Tudo volta ao normal no domingo no Hits Brasil.

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segunda-feira, 27 de julho de 2009

Banda - Rubber Soul (Beatles Cover) / Por: Kildare Rios


Guaramiranga, 25 de julho de 2009 - Publicado por Kildare Rios

Foi um enorme prazer para a banda Rubber Soul voltar a Guaramiranga depois de apenas 15 dias da última apresentação na cidade mais charmosa do estado do Ceará. Neste sábado, dia 25 de julho, a Rubber não pôde contar com Thiago Mendonça nos teclados, vozes, guitarras, samplers, e pandeiros, então resolveu tirar proveito desta oportunidade e convidar o músico beatlemaníaco Roberto Holanda - ex Revoluta e atual Mezzo - para uma participação mais do que especial no violão, guitarra, teclados e vocais. Porém, as participações não pararam por aí; em forma de grata surpresa, a Banda Caverna do Rock estava numa mesa de convidados especiais, ao lado do palco, com a amiga de sempre Nora Fernandes, e aceitou o convite para uma canja, quando tocou Taxman e Johnny B Good. Mais tarde, o tecladista da Caverna, Ronald, que já tocou com a Rubber na era Pilão da Madrugada e que se considera um membro honorário da banda, fez participações em Golden Slumbers e Twist and Shout, quando todos subiram ao palco. Esta verdadeira confraternização que o público presenciou e percebeu, também ajudou numa reconciliação do pessoal da Caverna do Rock, que tinha abandonado os palcos e resolveu voltar à ativa depois desses momentos de emoção.
Foi uma noite especial que vai entrar para a história das duas bandas e para a carreira do Roberto, que, a partir de agora, também se torna um membro honorário da quase bidecenária Rubber Soul.
Agradecimentos especiais ao maestro Poty Fontenelle, secretário da Cultura de Guaramiranga e aos produtores e amigos que nos recepcionaram, Alan Tambelli e Maurício Costa.
A Caverna do Rock – Adalberto, Régis, Barreto (Barrão) e Ronald.
Mezzo – Roberto Holanda, Roberto Ferreira, Thiago Barroso, Clever Sales e Paulo Moreira.
Rubber Soul – Kildare Rios, Eduardo Neves, Armando Gaspar e Roberto Holanda (convidado)
Show na praça central de Guaramiranga. Dia 25 de julho de 2009. De 21 a 0.30H.

You Tube - Rubber Soul em Guaramiranga(25/07/2009)
http://www.youtube.com/watch?v=z91hapv_Dlo


Endereço do Blog da Banda Rubber Soul
http://bandarubbersoul.blogspot.com/2009/07/guaramiranga-25-de-julho-de-2009.html?showComment=1248705952069#c4162166633770038147

Banda Revoluta (Classic Rock) / Por: Sylvio Montenegro


Publicado em Agosto 11, 2008 por sylviomontenegro

Sylvio Montenegro
É galera… Maria Bonita… oito do oito de dois mil e oito. Diz a numerologia que o número 8 é o número da felicidade, da alegria… da festa e porque não esticar um pouquinho e dizer que o número oito é também o número do ROCK? Pois é, o agito estava lá no Maria Bonita em 08-08-2008, motivo? REVOLUTA, este o nome da sensação do rock de Fortaleza. REVOLUTA, como próprio nome sugere, causa uma autêntica revolução por onde passa, os rapazes se entendem pelo olhar e esse magnetismo é transferido para o público contagiando até o mais “morgado” do show. É agito total! No palco só feras: Sérgio Costeleta na “batera”, também KILLER QUEEN e NAU ETÉREA é mole? O carinha simplesmente arrasa. Na guitarra Rafael Balboa, também KILLER QUEEN, BLUESNAKE. Esse aqui nasceu pra música. A performance desse cara é fantástica e sua afinidade com o instrumento é o que diferencia Balboa de outros músicos. No baixo Maurício Domingues, também KILLER QUEEN. O boa praça Maurício é o coração pulsante em ritmo constante da REVOLUTA. Esse é o baixo que toca mais alto no mundo do rock! No teclado André Stamatto, também NAU ETÉREA, com seu teclado que mais parece uma cartola de onde o mágico Stamatto retira sempre uma nova surpresa sonora.


No vocal o maestro Roberto Holanda, o homem dos mil instrumentos e de uma garganta de rouxinol. Sua aplicação e a arte de postar a voz são características cada vez mais raras no mundo vocal. Desfilaram no set list da REVOLUTA clássicos de THE DOORS, QUEEN, LED ZEPPLIM, BEATLES, BON JOVI, DEEP PURPLE, WHITESNAKE, SCORPIONS… já deu pra perceber que não é qualquer banda que encara um set list desses não é mesmo? E por falar nisso, merece especial destaque aqui, a performance da REVOLUTA em músicas dos BEATLES que requerem pleno conhecimento de técnicas instrumentais e vocais como I’m the walrus e a estupenda seqüencia de ABBEY ROAD: She Came in Throught the Bathroom Window; Golden Slumbers; Carry That Weight e The End. Estamos na luta com a REVOLUTA, e mostrar que Fortaleza também é a capital do ROCK. Filmei alguns trechos do show da REVOLUTA e disponibilizo aqui pra galera curtir o classic rock autêntico. No mais, só indo ao show da REVOLUTA, e logo que tenha a data do próximo estarei postando aqui no BLOG DO SYLVIO MONTENEGRO e com certeza eu também estarei por lá.


You Tube - Revoluta no Bar e Restaurante Maria Bonita(08/08/2008)

I'm The Walrus - The Beatles
http://www.youtube.com/watch?v=qq3AK9idbHY

Bohemian Rhapsody - Queen
http://www.youtube.com/watch?v=A377gh4DB5k&feature=related

You Really Got Me - The Kinks
http://www.youtube.com/watch?v=XwuHQbd6A8Y&feature=related

Final Countdown - Europe
http://www.youtube.com/watch?v=qjGCOq4NEYY&feature=related

Endereço do Blog de Sylvio Montenegro
http://sylviomontenegro.wordpress.com/2008/08/11/beatiful-mary/

sábado, 11 de julho de 2009

Batuta



A Batuta (do italiano battuta, "batida" ou "compasso") é um bastão delgado, em geral de madeira leve, com que os regentes dirigem as orquestras, bandas, coros etc. Passou a ser adotada originalmente na Europa da Idade Moderna para marcar o ritmo da música. Antes disso, os maestros batiam pesadas varas no chão. Carl Maria von Weber foi quem introduziu uma vareta ou pequeno bastão para substituir o rolo de partitura. A esta vareta deu-se o nome de batuta.

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♫ ♫ Educação Musical ♫ ♫

♫ ♫ Educação Musical ♫ ♫
Educação Musical é a educação que oportuniza ao indivíduo o acesso à música enquanto arte, linguagem e conhecimento. A educação musical, assim como a educação geral e plena do indivíduo, acontece assistematicamente na sociedade, por meio, principalmente, da industria cultural e do folclore e sistematicamente na escola ou em outras instituições de ensino.