♫ ♫ Tradutores ♫ ♫

English French German Spain Italian Dutch
Russian Portuguese Japanese Korean Arabic Chinese Simplified
By Ferramentas Blog

♫ ♫ Pesquise ♫ ♫

Mostrando postagens com marcador Moderna - Jazz / Band Leaders. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Moderna - Jazz / Band Leaders. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Sidney Bechet



Em 1919 ele foi o clarinetista solista da Southern Syncopated Orchestra, conduzida pelo compositor Will Marion Cook, que se recusou a usar a palavra "jazz", mas estava ansioso para ver Bechet no centro das atenções. O maestro suíço Ernest Ansermet, que em diversas ocasiões ouviu esta formação em Londres, escreveu sobre Bechet. "Ele não pode dizer nada sobre a sua arte, exceto que ele segue o seu próprio caminho. .. e talvez o caminho em que o mundo "swingará" amanhã."

Músico prodígio, nascido em uma família crioula. Foi morar Chicago no ano de 1917 para tocar com dois exilados famosos, o trompetista Freddie Keppard e pianista Tony Jackson. Acompanhou Cook, em Londres, onde ele descobre o saxofone soprano, um instrumento mais dominante do que o clarinete e com o qual ele pode facilmente produzir vibrato, que é sua marca.

Bechet mudou-se para Nova York, onde o pianista Clarence Williams quis a todo o custo gravar, sobretudo com Louis Armstrong. Assim, em vez de uma primeira reunião entre estes gigantes do jazz, novos problemas fizeram com que ele volta-se à Europa. Ao final de sua vida em 1956, ele iniciou uma extensa turnê na Bélgica. Albert Language, jazzman Mons e iniciador do Mundo Festival de Música Militar Mons, foi acompanhado, em seus concertos como trompetista.

Coleman Hawkins


Coleman Randolph Hawkins (21 de novembro de 1904 - 19 de maio de 1969) é um músico norte-americano, foi quem transformou o saxofone em instrumento solo.

Ele aprendeu piano aos 5 anos, ensinado pela mãe. Estudou violoncelo e, aos 9 anos, ganhou o primeiro sax-tenor. Antes dos 20 anos tocava na orquestra de Fletcher Henderson e com a cantora Mamie Smith.

Coleman inventou técnicas de utilização do sax no jazz e se tornou uma estrela, com shows pelo EUA e Europa.

Em 1939, gravou Body and Soul, considerada por muitos sua obra-prima, com arranjo diferente do original composto por Heyman, Sour, Eyton e Green. O disco que continha esta versão tornou-se um dos mais vendidos da história do jazz.

Coleman, também conhecido como Hawk, esteve no Brasil em 1961 e gravou um disco de samba jazz, Desafinado.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Buddy Rich


Buddy Rich (Nova Iorque, 30 de Setembro de 1917 — Los Angeles, 2 de Abril de 1987) foi um baterista dos Estados Unidos da América do estilo jazz. Um dos maiores bateristas da Era do Swing e do Jazz. Bernard Rich nasceu no Brooklyn, New York, Estados Unidos, em 1917.
Seu estilo notável era caracterizado por uma incrível velocidade e habilidade mesmo em temas mais complexos, tornando-os claros e precisos.
Desde criança envolvido com o palco, já possuía sua própria banda aos 11 anos de idade, e tocou com inúmeros grupos entre 1937 e 1939, quando juntou-se a banda de Tommy Dorsey.
Serviu com os Marines na segunda guerra, reassumindo seu lugar na orquestra de Dorsey, e paralelamente mantendo seu próprio grupo até 1951.
De 1953 a 1966 tocou com a orquestra de Harry James, quando então formou sua própria big band alcançando renome internacional.
Nos anos 70, dirigiu seu night club em New York City e tocou com pequenos grupos, além de participar de inúmeras apresentações em TV, concertos e festivais de rock clássico.
E também era conhecido pelo seus fãs pelo seu "humor negro"... Morreu em Los Angeles, Califórnia, dia 2 de abril de 1987.

Joe Pass


Joe Pass, (Joseph Anthony Passalaqua), (New Brunswick, 13 de janeiro de 1929 — Los Angeles, 23 de maio de 1994) foi um guitarrista de jazz norte-americano.
Joe foi um dos maiores nomes da guitarra de jazz
Joe começou a tocar guitarra aos 9 anos de idade e já aos 14 tocava em conjuntos profissionais quando ainda estava no colégio, entre outros com a banda de Tony Pastor. Tocou com Charlie Barnet em 1947 e depois foi prestar o serviço militar.
Após ser dispensado, passou os anos 50 às voltas com um vício em drogas, tendo inclusive passado algum tempo na prisão por causa disso.
Em 1962, livre das drogas, graças a um trabalho reabilitação na Synanon Foundation, retornou para o mundo da música ( ou melhor, ingressou, uma vez que até então era quase um desconhecido).
Tocou com Gerald Wilson, Les McCann, George Shearing, Benny Goodman, Ella Fitzgerald, Count Basie, Duke Ellington e Dizzy Gillespie.

Louis Armstrong



Trompetista, cornetista e cantor de jazz natural dos Estados Unidos da América, Louis Armstrong é natural de Storyville, distrito de New Orleans conhecido por sua diversidade de ambientes. De prostíbulos a igrejas, passando por estabelecimentos diversos, Louis Armstrong conviveu nesse ambiente com a enorme pobreza em que nasceu e passou sua infância.
Tão logo Louis nasceu, seu pai abandonou sua família. Conciliando a liberdade das ruas e o trabalho para o sustento da família, o pequeno Louis desenvolvia-se e tornava-se uma criança extremamente esperta e adaptada à vida árdua. Tão logo conseguiu comprar uma corneta. Sozinho começou a aprender a tocá-la. Além do sopro, cantava com um grupo pelas ruas e avenidas por alguns trocados.
Os motivos que o levaram a um reformatório enquanto jovem são nebulosos. Algumas biografias citam que o motivo foi uma confusão na rua[1]. Já outras que o motivo foi Louis atirar algumas vezes para cima com um revólver em uma comemoração, um policial vê a cena e o encaminha a um reformatório, onde passaria um ano e meio de sua jovem vida[2]. Porém, contrariando todas as prerrogativas, foi justamente essa temporada no reformatório que o fez ter um contato intensivo com a música, estudando com mais afinco bugle e corneta na banda do reformatório, banda que depois viria a liderar. No mesmo local começou a aprender harmonia.
Já livre, fez diversos pequenos trabalhos para se sustentar, aproveitando cada oportunidade para conseguir emprestado uma corneta e tocar onde fosse possível dentre as inúmeras bandas que fervilhavam por Nova Orleans - uma música que, no entanto, ainda não caracterizava o jazz.
Armstrong se casou, ao todo, quatro vezes. A primeira delas aos 17 anos com uma prostituta de Louisiana. Mas a sua quarta esposa, Lucille, foi a mulher de sua vida.
A musicalidade inata e evidente de Armstrong, aliada à disciplina técnica que adquirira na banda do reformatório, capacitaram-no a tocar num estilo próprio, intrínseco e virtuosístico que se mostrava opção latente ao estilo reinante em New Orleans naquela época. Por volta de 1917, Joe “King” Oliver, ao perceber o enorme talento do jovem, acolheu Armstrong sob sua proteção, recomendou Armstrong para substituí-lo na banda de Kid Ory quando foi a Chicago em 1918. Louis tocou com a banda de Fate Marable entre 1919 e 1921, porém voltou em 1922 para Chicago a fim de se juntar novamente a Oliver. Em 1924, casa-se com Lillian Hardin, pianista do conjunto de Oliver (segunda de suas quatro esposas). Por incentivo de sua recém-esposa, Louis acaba por deixar Oliver e entra para a orquestra de Fletcher Henderson em Nova Iorque, onde ficou por pouco mais de um ano.
A estréia de Armstrong como um líder se deu em 12 de novembro de 1925 com a criação do grupo Hot Five. Nos anos que se seguiram, Armstrong gravaria muito: junto aos Hot Five de 1925-1926, Hot Seven de 1927 e os Hot Five novamente de 1928 - os mais aclamados (esses com seis integrantes), com Earl Hines ao piano. Essa série de gravações é um marco histórico, ocupando um lugar central na história do jazz. Nelas, a genialidade de Armstrong se revela em sua plenitude. Durante esse período, Armstrong trabalha também com inúmeras orquestras. É nessa época que Louis definitivamente troca a corneta pelo trompete.
A partir de 1929, Armstrong deixa de lado os conjuntos pequenos para passar dezenove anos trabalhando apenas à frente de grandes orquestras, sempre como estrela e solista absoluto. Em 1932 e 1933 estréia em turnês pela Europa. Em 1938, Louis e Lilian (2ª esposa) se divorciam e ele se casa com Alpha Smith (3ª esposa). Em 1942, casa-se com Lucille Wilson, a qual viria a ser a mulher da sua vida até a morte. Nos anos 40, influenciado com o declínio do swing no pós-guerra, a música de Armstrong começa a ser considerada pelo público como um tanto fora de moda e antiquada.
Em 1948, genialmente forma o Louis Armstrong and His All Stars, um sexteto apenas com grandes músicos, naqueles moldes do seu segundo Hot Five, agora com a participação do ex-clarinetista de Duke Ellington, Barney Bigard, o notável trombonista Jack Teagarden, o baixista Arvel Shaw, o grande baterista Sid Catlett, e o mestre Earl Hines ao piano. Esse conjunto se revela o contexto-base ideal para o desenvolvimento da essência da arte de Armstrong. Com o sexteto, Armstrong viaja em turnê por todo o mundo. Entretanto, ao passar o tempo, sucessivas mudanças ocorreram nos músicos dos All Stars, o padrão musical caiu sensivelmente, e a música se tornou mais previsível. Nas décadas de 50 e 60, Armstrong sobressai-se e torna-se uma celebridade sem paralelo no mundo da música popular, graças não só às suas muitas turnês e gravações, mas também às suas participações em filmes.
É difícil caracterizar um só motivo para toda a fama de Armstrong, de proporções praticamente mitológicas, plenamente merecidas. Ele praticamente caracterizou uma nova forma de fazer jazz, tornando-se seu primeiro grande virtuose. Como instrumentista, Armstrong expandiu os limites de seu instrumento ao ampliar a extensão do trompete até notas consideradas inacessíveis aos executantes anteriores, de tão agudas. Seu som é límpido, quente e penetrante, aliado a um vibrato absolutamente regular nos finais de frases, como poucos na história do jazz. Seu fraseado é admiravelmente focalizado e, acima de tudo, inventivo: Armstrong inicia e termina suas frases em pontos que nunca são previsíveis. Ao improvisar, parece não possuir limites. A maioria dos trompetistas que vieram depois de Armstrong o tem como ídolo e ícone de seu instrumento.
Com o passar dos anos, Louis começou a cantar cada vez mais. Foi especialmente com essa imagem que Louis ficou gravado no inconsciente coletivo. Com diversos hits gravados, incluindo "Stardust", "What a Wonderful World", "When The Saints Go Marching In", "Dream a Little Dream of Me", "Ain't Misbehavin'", "Stompin' at the Savoy", "We Have All the Time in the World" (da trilha de James Bond), é inegável também seu sucesso como cantor. Porém, dentre todas as composições, "What a Wonderful World" é talvez a que mais emocione, tanto pela belíssima letra, quanto pela interpretação única e magnífica de Louis. Seu timbre rouco e grave com certeza seria considerado impróprio para qualquer outro gênero musical. A entonação e o modo como Armstrong construía suas frases musicais aliando um timing perfeito, sensibilidade para cada nota e seu poder de organização dentro da divisão quebrada característica do jazz são fatos marcantes

♫ ♫ Compartilhe ♫ ♫

Bookmark and Share

♫ ♫ Educação Musical ♫ ♫

♫ ♫ Educação Musical ♫ ♫
Educação Musical é a educação que oportuniza ao indivíduo o acesso à música enquanto arte, linguagem e conhecimento. A educação musical, assim como a educação geral e plena do indivíduo, acontece assistematicamente na sociedade, por meio, principalmente, da industria cultural e do folclore e sistematicamente na escola ou em outras instituições de ensino.