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quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

CUCA abre inscrições para cursos de música, culinária e negócios


O CUCA Che Guevara está com inscrições abertas para quatro cursos intensivos que acontecem logo no início de fevereiro.
As inscrições começam nesta terça-feira (22), são gratuitas e podem fazer matrícula os jovens com idade entre 15 a 29 anos, bastando para isso trazer cópias do documento de identidade (RG) e do comprovante de residência.
Os cursos oferecidos são:

CURSO DE INSTRUMENTOS DE SOPRO – FLAUTA TRANSVERSAL E SAXOFONE
com o professor Roberto Holanda
(30 horas/aula → 7 vagas)
às quartas e quintas (de 14 às 17 horas)
Início em 06/02 (qua) e término em 13/03 (qua)
Setor de Matrículas do CUCA Che Guevara, pelo telefone 85 3237.4688 ou 4488

CURSO DE VIOLÃO POPULAR
com o professor Roberto Holanda
(30 horas/aula → 15 vagas)
às terças (de 10h30 às 12h) e sábados (de 9 às 12h)
Início no dia 02/02 (sáb) e término em 26/03 (ter)
MODELAGEM DE NEGÓCIO EM ECONOMIA CRIATIVA
com a professora Lorena Cintia Soares
(20 horas/aula → 25 vagas)
aos sábados (de 8 às 12 horas)
Início no dia 02/02 (sáb) e término em 09/03 (sáb)

OFICINA DE PIZZA
com o professor Milton Barros
(12 horas/aula → 30 vagas)
de terça a sexta (de 14 às 17 horas)
Início no dia 05/02 (ter) e término em 08/02 (sex)

CUCA: 
http://cucacheguevara.blogspot.com.br/2013/01/novos-cursos-intensivos-com-inscricoes.html

Jangadeiro On Line:  
http://www.jangadeiroonline.com.br/empregos/cursos/cuca-abre-inscricoes-para-cursos-de-musica-culinaria-e-negocios/

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Música nas Escolas - Lei nº 11.769


Muito além de formar músicos profissionais ou especialistas na área, a Educação Musical auxilia no desenvolvimento cultural e psicomotor, estimula o contato com diferentes linguagens, contribui para a sociabilidade e democratiza o acesso à arte. Por isso, a partir de 2012, a Música será conteúdo obrigatório em toda Educação Básica. É o que determina a Lei nº 11.769, de 18 de agosto de 2008.

Embora ainda não se saiba se os conteúdos serão trabalhados em uma disciplina específica ou nas aulas de Artes, com professores polivalentes, as escolas devem adaptar seus currículos até o início do ano letivo de 2012. Tocar, ouvir, criar e entender sobre a História da Música são pontos fundamentais de ensino. Para a professora do Departamento de Música da Universidade de São Paulo, Teca Alencar de Brito, contudo, os currículos não devem ser engessados. "Não se pode ensinar Música a partir de uma visão utilitarista. Estamos falando de arte. É preciso explorar as sensibilidades", afirma a especialista, criadora da Teca Oficina de Música.

Outro ponto nebuloso da nova legislação diz respeito a não obrigatoriedade da graduação em Música para ministrar as aulas. O artigo da lei que previa a formação específica na área foi vetado pelo Ministério da Educação sob alegação de que, no Brasil, existem diversos profissionais atuantes na área sem formação acadêmica. A discussão, agora, está a cargo da Fundação Nacional de Artes (Funarte) que, a partir de um protocolo de parceria firmado entre o Ministério da Cultura e o Ministério da Educação, está organizando encontros regionais com acadêmicos, especialistas, Secretarias de Educação e Associações de Estudos Musicais para realizar uma espécie de mapeamento do ensino de Música nos estados brasileiros.

Do primeiro encontro, realizado no Rio de Janeiro, formaram-se dois grupos de trabalho. Um que deve propor nortes para as questões curriculares e outro, formado por representantes das universidades, responsável por articular propostas de ampliação das licenciaturas em Música e demais cursos de formação continuada na área, inclusive, os ministrados a distância. Os objetivos são elaborar uma nova proposta de regulamentação da Lei nº 11.769, assim como um manual aplicativo destas determinações, que auxiliem os gestores escolares e educadores da área de Música.

Apesar das indefinições, desde 2002, os cursos de graduação em Música superaram em número os cursos de graduação em Artes Visuais. Atualmente, são cerca de 70 cursos de licenciatura em Música em todo o país. Para Teca Alencar, o processo de adaptação das escolas e de formação dos educadores será lento, mas o primeiro passo, o da mobilização para que as escolas se organizem, já foi dado. "A discussão sobre o ensino de Música já é um avanço. Os cursos de graduação, especialização e formação continuada estão crescendo. Há profissionais preocupados em desenvolver materiais didáticos para ensinar Música. Isso é muito importante", diz.

domingo, 25 de abril de 2010

Curso de Música do Instituto Federal do Ceará - IFCE



O Curso Técnico em Música proporciona ao aluno dois anos de uma formação musical integral, que contempla desde toda a teoria da música à informática especificamente musical de ponta, passando por constante treinamento auditivo e vocal, pela formação estilístico-musical e prático-interpretativa ao instrumento, tanto solo quanto em conjunto, nas mais diversas formações.
O curso capacita ainda o profissional músico a atuar como fomentador, captador e articulador de eventos e trabalhos dentro da área artístico-musical geral, dando a ele condições técnicas de realização tanto de seus próprios trabalhos, como de atuar em acessórias diversas nessa área.

O estudante faz seu ingresso no Curso Técnico em Música do IFCE por meio do Exame de Seleção semestral regular da instituição ou como graduado, precedido, em qualquer desses meios de ingresso, pelo Teste de Aptidão Musical.

Duração: 2 anos

Número de Vagas: 30 por semestre, sendo 25 via Exame de Seleção + 05
para Graduados

Ingresso: por Vestibular ou como Graduado, mediante aprovação no Teste
de Aptidão Musical, nos dois casos.

O Teste de Aptidão Musical ao qual é submetido o candidato ao Curso Técnico em Música é aplicado sobre a musicalidade natural do mesmo, não exigindo conhecimentos musicais formais anteriores.
São procedidas as avaliações por três bancas que contemplam três grandes aspectos:

* Rítmico-imitativo
* Sonoro-perceptivo
* Melódico-apreciativo

A modalidade das avaliações aplicadas revela o pensamento musical natural do indivíduo e indicam seu nível de raciocínio musical e musicalidade, diferenciando o profissionalizando do diletante em música, e atribuindo uma graduação seletiva ao resultado obtido.

O Técnico em Música estará habilitado a atuar na preservação e difusão dos diversos tipos de manifestações artístico-musicais.

A criação e a interpretação musicais são atividades que integram a rotina do profissional músico. As aptidões fomentadas e desenvolvidas no curso o capacitarão a trabalhar como intérprete de repertório autoral e também como recriador de obras musicais de outros compositores - o músico técnico poderá atuar como instrumentista ou arranjador, segundo a formação técnico-interpretativa e de harmonia prática recebida.

Ele estará capacitado a avaliar os aspectos práticos e teóricos da atividade musical nos mais variados campos onde a música permeia – espaços de convívio sócio-cultural, rádio, televisão, cinema, shows, espetáculos, agências publicitárias, eventos, cerimônias, entretenimento, etc.

O Técnico em Música estará habilitado a atuar como digitalizador de textos musicais dentro da regulamentação oficial para acervos padrões de bibliotecas a nível nacional, como também para registro autoral de composições junto à Polícia Federal, utilizando-se dos recursos de informática de última geração oferecidos no curso.

Esse profissional poderá ainda atuar como produtor, fomentador e captador de recursos na execução dos mais diversos tipos de projetos artístico-musicais.

Curso de Educação Musical da Universidade Federal do Ceará - UFC


Ingresso

O Curso de Educação Musical oferece anualmente 40 vagas. A entrada de novos estudantes ocorre sempre no primeiro semestre de cada ano, através de concurso vestibular no qual as disciplinas específicas para a segunda fase são língua portuguesa e história.

Não é realizado teste específico de aptidão uma vez que o Projeto Político Pedagógico do curso tem como objetivo formar o músico-professor (agente multiplicador do conhecimento musical). Para esta formação, aprender com as dificuldades em um ambiente heterogêneo é uma importante estratégia pedagógica.

O conhecimento musical ainda é algo de difícil acesso, de maneira que um teste de aptidão muitas vezes reflete a desigualdade de oportunidades para aqueles que desejam estudar música. O empenho para superar limitações socialmente impostas não pode ser aferido em um teste de aptidão.

Objetivo do Curso

Formar o professor de música, em nível superior, com conhecimentos da pedagogia e linguagem musical, capaz de atuar de maneira crítica e reflexiva, interagindo com o meio em que atua, enquanto educador musical.

Perfil do Profissional

O Curso de Educação Musical visa formar educadores musicais que dominem os conteúdos, métodos e técnicas relativos aos processos de ensino e aprendizagem da música, que tenham conhecimento acerca da linguagem musical e que possam se expressar com desenvoltura através do instrumento musical natural do Ser Humano: a voz.

A ação do Educador em Música que será formado na UFC receberá complementação instrumental por meio da prática de flauta-doce e/ou violão e/ou teclado. O Curso de Educação Musical formará profissionais da Educação comprometidos com o fazer musical da realidade na qual estão inseridos, incentivando nestes uma postura crítica, participativa, criativa e utópica, de maneira que a música possa ser compreendida como uma atividade fundamental para o desenvolvimento do ser humano em todas as suas dimensões.

Campos de Atuação

Escolas de Ensino Fundamental e Médio, escolas livres de música, conservatórios de música, escolas especiais, Organizações Não Governamentais etc.

Cursos de Música da Universidade Estadual do Ceará - UECE

Atualmente o departamento de Música da UECE conta com os seguintes cursos: Música Lincenciatura, Bacharelados em Flauta Transversa, Piano e Saxofone e Composição.
Para o ingressar em algum dos cursos além do vestibular comum a todos os cursos, os candidatos devem prestar exame de aptdão composto de duas fases distintas.
A primeira fase consta de prova teórica/prática explorando assuntos como ditado melódico, rítmico, transposição, harmonia, história da música e percepção

Os canditatos serão promovidos a próxima fase se obtiverem no mínimo a pontuação de 4,5 na prova.
Na segunda fase do teste de aptdão, os candidatos ao curso de licenciatura plena em música deverão saber a respeito de intervalos melódicos e harmônicos; ditado rítmico e rítmico-melódico (uma voz); ditado harmônico; solfejo tonal; além de ter de executar uma peça instrumental ou vocal de livre escolha.
Vestibulandos que tem vagas de habilitação em piano devem tocar uma peça polifônica (Bach ou Scarlatti); um primeiro movimento de sonata clássica; uma peça romântica e outra brasileira.
Concorrentes ao bacharelado em música com habilitação em composição precisam apresentar uma peça ou conjunto de peças com três minutos para quaisquer tipos de instrumentos onde todas as partes estejam realizadas na partitura.


Os que pretendem estudar flauta devem executar a fantasia para flauta solo de Georg Philipp Telemann; além de um estudo de expressividade (lento / melódico); um de velocidade (legato ou staccatto); uma peça de Pixinguinha e uma de livre escolha.
Para concorrer à habilitação em saxofone, o candidato deverá executar uma peça standard de jazz e um solo escrito por Charle Parker ou John Coltrane.
O candidato aprovado no exame específico será inscrito no curso de sua primeira opção. O vestibulando que faltar a qualquer uma das provas dessa etapa e não estiver apto, será automaticamente inscrito para a segunda opção de curso indicada na ficha de inscrição.
Só então após todas essas etapas o candidato pretará o exame vestibular de primeira e segunda fase. As provas específicas da segunda fase do vestibular aos canditados do curso de música são: Redação, Língua Portuguesa, Geografia e História.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Banda do Colégio Piamarta


Fundada em 2 de julho de 1972, pelo missionário italiano Padre Luiz Rebuffini, a Banda Juvenil Dona Luíza Távora é composta de 85 crianças e adolescentes na faixa etária dos 11 aos 20 anos.

É, provavelmente, o projeto social, artístico e educacional que vem apresentando os melhores resultados em todo o Brasil, comprovados por seu histórico:

• Foi ouvida por autoridades nacionais e estrangeiras como pelos presidentes brasileiros Emílio Médice, Ernesto Geisel, João Figueiredo, Itamar Franco e Fernando Henrique Cardoso; pelo presidente da Itália Francesco Cossiga, em Roma, no Palazzo Quirinale – 1987; pelos papas Paulo VI, em 1977, e João Paulo II, em 1980, 1987, 1988 e 1997; por personalidades do mundo artístico como Bibi Ferreira e Roger Moore (que personificou James Bond, o agente 007).

• É tri-campeã cearense, vencendo com galhardia todos os concursos dos quais participou; foi proclamada a quarta melhor banda de música do Brasil – entre profissionais e amadores – em concurso realizado em 1978, promovido pelo Instituto Nacional de Música, Fundação Nacional da Arte - FUNARTE e Rede Globo de Televisão;

• Empreendeu 11 excursões culturais à Europa nos anos 1977, 1980, 1987, 1988, 1990, 1992, 1994, 1997, 2000, 2004 e 2007 exibindo-se nas principais cidades de Portugal, Espanha França, Itália, Suíça, Alemanha e Áustria;

• Em 1979, nos Estados Unidos, representou o Brasil no Foreing Languages Festival (Festival Internacional de Língua Estrangeira) em Roanoke - Estado da Vírgínia, e a América Latina, no Festival Internacional promovido pela International House of Road Island, na cidade de Providence, capital do Estado de Road Island;

• Além dos inúmeros prêmios e medalhas recebidos no Brasil, foi agraciada com o troféu de participação, como representante estrangeira, no FUNNY FILM FESTIVAL, em 1988 – Itália, em solenidade na qual também foram homenageadas e igualmente premiadas personalidades do mundo cinematográfico como NATASHA HOVEY, MÔNICA VITTI e a consagrada GINA LOLLOBRÍGIDA.

O repertório apresentado é dos mais variados, indo do clássico à marcha militar, privilegiando o cancioneiro popular de vários países, com ênfase especial no Jazz, onde são destacados compositores memoráveis como Benny Goodman, Gershwin, Glenn Miller, Count Basie, Woody Herman, entre outros, e música popular brasileira de vários autores e períodos.

Se o Centro Educacional da Juventude Padre João Piamarta, entidade filantrópica à qual pertence a Banda, tem por missão promover a educação geral e profissional de crianças e adolescentes na faixa de risco social, a Banda Juvenil Dona Luíza Távora sempre perseguiu o objetivo de educar seus estudantes mediante a música inserindo, também, noções práticas de cidadania e capacitando-os para o mercado de trabalho musical.

Os resultados musicais e sociais obtidos pela Banda, ao longo de 32 anos de sua existência, são dos mais animadores:

• Musicalmente, há inúmeros registros de seus egressos exercendo as mais diversas atividades profissionais como instrumentistas, regentes (de banda, coral e orquestra), arranjadores e produtores musicais em estúdios de gravação. Muitos deles atravessaram as fronteiras do Estado do Ceará para se aperfeiçoarem em centros maiores como nos Estados do Rio de Janeiro e São Paulo, ou mesmo para se colocarem profissionalmente. A título de ilustração, pode-se citar o caso de Johnson Joanesburg de Alcântara Machado que, concluindo sua participação na Banda, obteve o certificado de graduação superior em São Paulo, o Mestrado de Clarinete na Universidade da Flórida (USA), regeu a Orquestra Sinfônica de Nova Iorque e hoje é professor de Clarinete na Universidade Estadual do Espírito Santo; o caso de Roberto Sthefesson, que atualmente é professor de saxofone, flauta e canto coral na Universidade Gama Filho - Rio de Janeiro, trabalha como compositor, flautista, clarinetista e saxofonista, além de ser arranjador de cantores brasileiros famosos como Elba Ramalho e Morais Moreira; ou caso de Antônio Carlos Ferreira Lima, arranjador, compositor, clarinetista, saxofonista e produtor musical de um dos principais estúdios de gravação de Fortaleza; de Francisco Carlos, tubista da Orquestra Sinfônica de Sorocaba - São Paulo, ou de Gerônimo Sousa, 1º trompetista da Orquestra Sinfônica de Botucatu - São Paulo e da Orquestra de Sopros de Tatuí – São Paulo.

• Socialmente, talvez seja o campo onde a Banda obtém os melhores resultados. Seguindo o princípio de primeiro educar o homem, torná-lo cidadão digno e cônscio de seus deveres e obrigações no contexto da sociedade para, somente depois, pensar na formação do profissional, a banda tem inserido no mercado de trabalho profissionais que, não obstante oriundos das camadas sociais mais humildes têm se mostrado dignos, competentes e confiáveis. É o caso de Mardônio Salmito (ex-trompista), um dos mais conceituados médicos ortopedistas do Ceará e Luiz Sérgio Machado (ex-bombista), diretor de assuntos estratégicos do Banco do Nordeste do Brasil, apenas para citar alguns entre as mais diversas atividades profissionais. Esta filosofia educacional rendeu ao Centro Educacional da Juventude Padre João Piamarta e a sua Banda de Música, o reconhecimento da sociedade cearense que os vê como referências no trabalho desenvolvido com as crianças e adolescentes situadas na faixa de risco social no Estado do Ceará.

A Banda Juvenil Dona Luíza Távora é regida pelo Prof. Ms. Francisco José Costa Holanda.

Camerata do SESI

A Orquestra de Cordas do SESI-CE teve sua origem, em maio de 1975, no Núcleo de Formação de Instrumentistas do SESI. Atualmente, apresenta-se com a formação de uma orquestra de concertos. Com cerca de 30 apresentações anuais, o grupo é referência para a juventude e a sociedade cearense. Conta, também, com a parceria da Universidade Federal do Ceará (UFC) e do Instituto de Cultura e Arte (ICA).
Ao longo desses 30 anos, a orquestra, regida pelo maestro Vazken Fermanian desde 1980, já foi ouvida e aplaudida em diversas regiões do Estado do Ceará e do país. Participou de principais festivais internacionais de música, tais como: Gramado, Ipu, Campos do Jordão, Teresópolis, entre outros. Apresentou-se, também, em teatros e catedrais, entre eles: Catedral de Campos (RJ), Salão Nobre da Funarte, Teatro Arthur Rubinstein, Teatro Arena do Citybank (SP) e no Palácio da Alvorada, em Brasília.
Possuindo um vasto repertório, que não pára de crescer, a orquestra mostra absoluto profissionalismo nos mais diversos estilos musicais, indo do Barroco do Século XVII até os dias de hoje, com os compositores nacionais Villa-Lobos, Cláudio Santoro, Ernani Aguiar, Alberto Nepomuceno, Ricardo Takuchian, entre outros. Os compositores chamados “clássicos” também têm vez no repertório da orquestra. Os Concertos para Violino e Cordas de Vivaldi, os Concertos Grossos de Haendel, as Suítes de Purcell, obras orquestrais de Mozart, Telemann, Bach, Albinoni, entre outros, podem se fazer ouvir por esta orquestra jovem.
A Orquestra de Concertos do SESI recebeu várias críticas positivas acerca de seu desempenho musical. O jornalista e compositor Ronaldo Miranda, do Jornal do Brasil, classificou a orquestra como a “Jiulliard do Brasil”, pelas execuções do repertório nacional e internacional, além de sugerir que a orquestra seja também uma escola formadora de talentos.
Há três anos seguidos, a orquestra de Concertos do SESI é uma das principais atrações da programação Natal de Luz em Fortaleza, apresentando-se para milhares de espectadores no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura e, ultimamente, na Praça do Ferreira (uma das principais da cidade). A última apresentação ocorreu no dia 16 de dezembro de 2005.
Regida pelo maestro Vazken Fermanian, o espetáculo foi um verdadeiro presente aos fortalezenses e visitantes da capital. A apresentação foi iniciada com o Concerto nº 8 (Arcangelo Corelli). Tocou, ainda, entre outras peças, Sinfonia nº 40 (Mozart), Flauta Mágica (Mozart) e Egmont (Bethoveen).

CEFIS

O SESI-CE, há mais de 30 anos, participa ativamente da formação de grandes nomes da música cearense, brasileira e mundial. A iniciativa, pioneira à época, começou em março de 1973, na unidade do SESI da Barra do Ceará, com a criação da banda de música. Em maio de 1975, foi formada a orquestra de cordas. Os dois grupos, que passaram a constituir o Núcleo de Instrumentistas de Cordas e Sopro do SESI-CE, foram fundados pelos maestros Alberto Jafé e David Lucas.

De lá para cá, o SESI-CE não parou de formar jovens instrumentistas. Pelo Núcleo, passaram nomes hoje consagrados no campo musical, como José Maria Florêncio, durante muito tempo regente da Orquestra Sinfônica de Varsóvia, na Polônia; Ocello Mendonça, instrumentista que atua em várias orquestras na cidade de São Paulo; Josenildo, músico da Banda Dragões da Independência, em Brasília; maestro Márcio Glaydson de Mendonça, regente e diretor musical, desde 1991, da banda de música do SESI, que ainda atua como maestro das bandas de música do Corpo de Bombeiros, do Colégio Júlia Jorge e de prefeituras do interior do Estado, entre outros profissionais.

Em junho de 2001, o Núcleo passou a denominar-se Centro de Formação de Instrumentistas do SESI (Cefis), contando, atualmente, com mais de 300 alunos matriculados. Sob o monitoramento da Supervisão de Lazer do SESI Barra do Ceará, os alunos inscritos aprendem instrumentos como: violino, viola, flauta, saxofone, trompete, trombone, bateria, percussão, etc.

Entre os objetivos do Cefis estão a formação de instrumentistas e de profissionais para suprir as orquestras; o incentivo à criação de grupos de câmara; a descoberta de talentos; a difusão da música, de forma a propiciar uma mentalidade mais consistente sobre o valor da arte musical; e ensejar aos jovens carentes, em situações sócio-econômicas desfavoráveis, a condição de acesso à educação musical.

Banda de Música do SESI

A Banda de Música do SESI foi criada em maio de 1963, por iniciativa do então presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Thomás Pompeu de Sousa Brasil, que convidou o tenente João Inácio da Fonseca para assumir a função de maestro titular da escola de música.
Em trinta anos de existência, a Banda de Música tem formado dezenas de profissionais, atuantes em diversas orquestras e bandas militares no Brasil e no exterior. Constam em seu histórico recepções aos presidentes da República João Batista Figueiredo, José Sarney e Fernando Henrique Cardoso, além de concertos no Teatro José de Alencar e no Centro Dragão do Mar, além de apresentações em empresas, colégios, na abertura das Olimpíadas do SESI, além de recepção a vários governadores do Ceará e de outros estados.
A Banda de Música do SESI integra a Escola de Música de Instrumentos de Sopro e Percussão do SESI (EMISP), juntamente com outras atividades musicais, como a Jazz Big Band, o Coral Força Jovem, a Orquestra de Tambores Nação Batuque, a musicalização infantil, o grupo de chorinho, o conjunto musical e o grupo de flauta doce.

“A Escola de Música do SESI possibilita a integração dos jovens através da música, tornando-os ativos. Nesse festival, nós procuramos incentivar a criatividade deles a fim de que cada um desenvolvesse o próprio talento. O resultado disso foi o que todos pudemos ver.”
Maestro Márcio Mendonça

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♫ ♫ Educação Musical ♫ ♫

♫ ♫ Educação Musical ♫ ♫
Educação Musical é a educação que oportuniza ao indivíduo o acesso à música enquanto arte, linguagem e conhecimento. A educação musical, assim como a educação geral e plena do indivíduo, acontece assistematicamente na sociedade, por meio, principalmente, da industria cultural e do folclore e sistematicamente na escola ou em outras instituições de ensino.