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sábado, 24 de abril de 2010

Afinação - I

AFINANDO O CLARINETE
Atualmente a maior adequação com normas e competição por empregos, a entonação
tornou-se a maior preocupação dos músicos. Embora a obsessão por dispositivos
afinadores acaba deixando muitos neuróticos, a proliferação de afinadores baratos
disponibiliza para nós um maior conhecimento das deficiências dos nossos instrumentos.
Apesar desta sofisticação tecnológica, os músicos deixam em última análise que seus
ouvidos arbitrem na questão sobre afinação. Essa ambigüidade entre a ciência e músicos,
refere-se à produção de instrumentos destinados a espaços específicos de trabalho onde a
afinação física de instrumento musical seja enquadrada na categoria subjetiva da arte,
quando muito. Como tal, um artista deve lutar pela completa maestria do instrumento,
Deve ter uma compreensão da sua fenomenologia acústica e assumir uma função ativa
fazendo modificações para adequar às suas necessidades possuindo uma identidade
própria.
Além das variáveis de embocadura, boquilha e palhetas, o clarinetista tem que se
preocupar em combater as aberrações das escalas do instrumento balanceando-as. A
charada que massacra os fabricantes de clarinete durante séculos é o compromisso
posição tubo de vazão do Bb. Qualquer modo fundamental do clarinete pode ser excitado
em vibrar na sua segunda nota (intervalo de décima segunda) pela vazão da coluna de ar a
uma posição aproximadamente de uma terça parte da distância da boquilha à primeira
nota do tom fundamental. Se a abertura é situada muita fora desta posição ideal a nota
décima segunda irá sofrer uma elevação. De uma forma simplista, esta é uma razão da
ocorrência de variação da afinação da décima segunda do clarinete. O ideal (mas
impraticável) seria que toda nota fundamental deveria possuir um respectivo tubo de
vazão para ativar uma correta décima segunda. O registro do tubo de vazão possui um
compromisso a mais porque possibilita a execução para o Bb1. Um orifício grande
bastante para produzir um Bb1 real poderia ser também grande exageradamente para
produzir a décima segunda. Conseqüentemente temos um diâmetro inadequado para Bb1,
sem duvida a pior nota do clarinete Felizmente, o projeto do diâmetro interno do clarinete
foi melhorado muito nos últimos cinqüenta anos para corrigir sérios problemas acústicos
encontrados em muitos instrumentos antigos. Um pouco investigação na natureza da
acústica do instrumento e do desenho do clarinete atual irá impor um respeito maior para
os clarinetes contemporâneos, imperfeitos como são ainda, mas uma melhora significante
em relação ao projeto dos clarinetes renascentistas Todas a variações de vazão do sistema
possui compromissos. Estes compromissos, ditados pelos fabricantes, não são sempre os
que os artistas gostariam de ter como única opção.
A intenção deste documento é oferecer um método sistemático, proporcionando
procedimentos para se fazer ajustes sutis para individualizar o instrumento de acordo com
a necessidade de cada músico. Portanto, é importante para reconhecer de início que, dada
ao compromisso da afinação e geometria do clarinete, as aberrações podem somente ser
alteradas e nem sempre todas perfeitamente corrigidas.

Para evitar confusão, me refiro as notas em “afinação de clarinete” e uso a notação
convencional de oitava. (os tons abaixo de C1 são simplesmente E, F, G e assim por
diante).
Antes de ir adiante temos que estabelecer algumas diretrizes para assegurar um resultado
consistente durante o processo de afinação:

I. Quando testar a afinação propriamente o instrumento deverá estar “quente”. Trabalhe
em um espaço familiar (preferivelmente seu estúdio) Ter a certeza que o local é adequado
e a temperatura por volta 22 a 25 graus Celsius.
II. Use um afinador de qualidade isto é com escala em centésimos. Eu ainda uso um
Korg AT-12 com ponteiro, mas o pequeno Korg CA-20 também é adequado.
III. Toque a nota no nível em que está acostumado a tocar.Eu sempre afino meus
instrumentos em A= 441, pelo fato de quase nunca ter tocado em uma orquestra que
adotasse A =440.

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Educação Musical é a educação que oportuniza ao indivíduo o acesso à música enquanto arte, linguagem e conhecimento. A educação musical, assim como a educação geral e plena do indivíduo, acontece assistematicamente na sociedade, por meio, principalmente, da industria cultural e do folclore e sistematicamente na escola ou em outras instituições de ensino.